segunda-feira, 13 de março de 2017

Pulsações

  A paixão por Frida Kahlo me pegou. Tentei escapar, não consegui. 
  A última parte foi só pelo trocadilho, eu tentei escapar coisa nenhuma! Fui logo me entregando aos expressionismos e biografismos dessa mulher com quem partilho a data de aniversário. 
Foi uma descoberta feliz, e uma inspiração renovadora. Percebi que quero entender de arte. Faz parte de mim essa coisa de querer aprender um pouco mais de tudo, sempre, mas com arte é diferente.      Aprender a ler o que o outro me diz pelas cores, as formas, as letras, as dores, faz a gente mais humano. 
 Foi assim que me joguei por horas a fio num abismo arrebatador de teoria Impressionista (e Expressionista). Eu quero a luz do sol brilhando sobre todas as coisas que são minhas e tudo aquilo que vejo. Mas também quero um e outro sonho (talvez um infinito deles) pairando sobre as escolhas que eu fizer.
  Eu acabei escrevendo assim: