domingo, 23 de outubro de 2016

Represas

  A ausência é uma presença enorme e há saudades que aproximam. As músicas que narram finais em geral querem voltar ao início. Eu me entedio com as partes felizes das histórias e vivo na ânsia do drama que nunca tem fim. A vida é paradoxal, e cada vez que me entendio com meus próprios dramas pra ficar esperando pela parte feliz da minha história, comprovo a teoria. 

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Perspectivas

  "As pessoas podem ser criativas - e mesmo geniais - em momentos de intenso sofrimento."
  E com essa frase Freud deu-me a licença e o aval para fazer das minhas tristezas não mais um mero instrumento de infelicidade cíclica, mas reafirmação sobre a minha consciência de que as desgraças sempre me fizeram enxergar tão sinceramente - e por isso tão dolorosamente - coisas que meu estado de paz interior jamais permitiu.
  Eu estava pensando no desconforto de pegar o caderno de outro alguém pra copiar a matéria. No quanto a vista é diferente caminhando pela rua, e vendo os outros caminharem com os olhos postos da janela de um carro que vai passando, veloz. Vi ruelas estendendo-se, com suas escadas que mais parecem não ter fim, e, no alto dos morros, a luz dos postes bem perto do céu, quase como que se fossem o sol, refletindo a claridade sobre aqueles que se isolam, e quem sabe lhes dando o calor que lá embaixo as pessoas não dão. 
  Por trás dos outdoores na cidade, eu vi, estavam escondidas fachadas de casas antigas, desenhadas como as igrejas do mesmo tempo, sancas ornamentadas e um ou outro azulejo com a imagem de um santo, bem no centro da sua entrada.
  Pensei em quantos cartazes tento colar em minhas expressões para esconder as desventuras antigas, que de velhas, já não admiro.

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Pequena dissertação inconformada sobre o tudo

  Está bem, nem tudo são palavras.
  “Nem tudo são palavras”, ela disse.
  Nem tudo são palavras.
  Não que eu estivesse tão assim, desesperada, tinha alguém tentando me convencer que nem “tudo” são palavras.
  Tudo.
  Tudo é um conjunto muito homogêneo, ou talvez nem tanto, dos sentimentos que não sei de onde vieram e nem o que fazer com, mas cuja presença posso sentir dentro de mim todos os dias, o tempo inteiro. O tudo é a mistura farta de incompreensão sobre si mesmo, sobre a vida, sobre as pessoas, sobre sonhos e planos e futuros. O tudo é a combinação de todos os fatores aflitivos que existirem no âmbito “pensamental” de uma criatura. O tudo é uma aglomeração de livros não lidos, filmes não vistos, conhecimentos não adquiridos, projetos não realizados.
  Tudo é uma maneira muito ampla de sugerir que há fatores de risco sendo engessados dentro de mim. Tudo é a mescla do que sinto com o que uma parte de mim me proíbe de sentir. O tudo tem a ver com as fotos que não revelei, as cartas que não escrevi, uma “to do list” cheia dos “incompletos” marcados.
  O tudo é a maneira mais excruciante de existir. É viver em queda livre. Num abismo sentimental. O tempo todo. O tempo todo. 
 Tudo pode ser um composto de desejo e frustração, de responsabilidades e músculos doloridos, de noites mal dormidas, falta de dinheiro, perda de tempo, quadros amoldurados.
   São as reflexões que não quero fazer, mas continuo fazendo, de qualquer forma...
  O tudo é um mundo inteiro, um universo completo, uma galáxia paralela, um planeta peculiar e singular, exterior, inóspito, hostil, insensível, impiedoso, rude, fugaz, efêmero, desconcertante.
  É uma mente pensante e inconveniente, pouco preocupada com as angústias que causa. É o despejar e cuspir de palavras em desconexão aparente, mas de necessidade palpável, de sensibilidade inesgotável, de um sofrimento que não devia ser permitido sentir.
  Tudo é uma história complexa, vertentes e ruelas e curvas sinuosas no caminho de um amor que, no fim, nem sequer tem fim. O tudo é aquilo que acaba sem que os findemos dentro de nós. É a mente procurando por justificativas que não existem, propósitos não sabidos, respostas que não quer e o tempo que gasta pensando em motivos pra parar de pensar.
  O tudo é uma anexação infinita de qualquer coisa inoportuna que estiver existindo por aí.
  Mas não são palavras.
  É, eu sei. Tudo bem, tá bom. No fim, era verdade.
  Não não, o tudo é uma imensidão, blábláblá, mas não: nem tudo são palavras. 

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Ói o trem...


  Uma vez ou outra , no meio da madrugada eu escuto a buzina de um trem fazer tremer os vidros das janelas do meu quarto. Ando tão assombrada... deve ser de imaginar que enquanto o motor do mesmo trem é esquentado e segue continuando a por o bendito em movimento, ele azucrina, quase cantando a vida que vai sendo vivida enquanto não estou lá.
 É meio ensurdecedor, sabe? Esse barulho que o trem faz, tenho pra mim que xingando quem caminha sobre os trilhos enquanto sabe que ele vem – sujeitinho egocentrista esse – e rindo da cara de quem porventura estivesse dormindo, como suponho que eu deveria estar... O anúncio da vida que acontece em outro lugar e que passou por mim com seu farfalhar de fumaças e trilhos e buzinas e lenhas, com carga ou sem, - talvez indo busca-la - estendendo-se sobre a minha vida com seus inúmeros vagões, mesmo que somente para depois continuar seguindo, a medida que ainda não muito bem me dei conta da sua chegada, e pra gente seguir vivendo de um jeito ou de outro aqui no mesmo lugar, lembrando que o trem é bem como gente que passa pela vida da gente, mas não faz muita questão de lembrar da cidade que cedeu os trilhos para suas rodas sempre muito bem articuladas ao rodar, deve ser...

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Hermetismo poético

  
   Sempre perco as poesias que não tive como escrever, justamente pela hostilidade do momento em que floresceram na minha mente. Guardei-as como pude, internalizei, esqueci... mas devo ter sonhado. A gente sempre sonha. Aqueles sonhos incompreensíveis, ou sonhos que queremos acreditar que assim o são, às vezes porque revelam os encontros das nossas almas com outras almas, encontro dos nossos pensamentos com donos de outros pensamentos, mesmo a tantos e tantos metros de distância... é tudo poesia, sabe? E é isso que me consola.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Teorizando o lixo emocional

  Desguarnecida, em um tédio devorador, foi então que a escuridão do quarto me pareceu alguma coisa, no meio do silêncio da noite, enquanto as paredes ruíam e todos ao meu redor descansavam tranquilos...
  Me dispus a pensar sobre o lixo emocional.
  Digo, lixo.
  Emocional.
 Afinal de contas, o que é que a gente faz daquilo que nos sobra - sentimentalmente falando? Como lidar com o remanescente sentimental que não nos serve mais sob a ótica da razão, ou mesmo sob as condições impostas pelas circunstâncias?
  Em que raios de conjuntura a gente encaixa um amor já não nos cabe, uma saudade inconveniente ou o rancor que já não é o que realmente queremos sentir por alguém que nos feriu o ego?
  Eu digo, o que é que a gente faz com sentimentos que já não queremos? A gente coloca no lixo? A gente soterra ao fundo e por trás daquela cicatriz mais profunda que nos preenche a alma? Ou a gente deveria... reciclar?

segunda-feira, 27 de junho de 2016

O amor tem a cor mais quente


 Jeans rasgados são metáforas que a gente usa pra ilustrar os desastres na alma. Foi o que eu pensei quando encontrei Lauren dentro da sua calça destroyed e sua cara de tédio, mas é claro que não compartilhei a teoria. Parecer maluca é algo que meu cabelo faz por mim involuntariamente, deixei pra depois os rastros com a certeza. 
  Seu olhar foi gentil mesmo que todo o restante não fosse. Seu  nome e sua turma me entregaram o alívio: ela também escolhera jornalismo. Pelo menos a insatisfação nos levaria à pobreza juntas. Ou eu deveria ter dito paixão? 
  O fato é que o começo da história não cobre nem mesmo a ponta do iceberg. Eu ainda não sabia, mas era o próprio Titanic, navegando rumo à colisão. A cumplicidade, simpatia, empatia e todo o mais que viria depois não podia ser previsto e nem mesmo imaginado. Lau era a amiga que encontrei para ser o presente que outrora a vida me roubou. Para que eu pudesse crer que a amizade existe, que sobrevive e acontece também nas diferenças. Que a amizade existe e sobrevive sobretudo nas diferenças.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Mini ensaio sobre a solidão escrito pelo cansaço


  Começa a escrever uma história nova porque a vida real é sempre tão cansativa! E se enjoa do que já havia escrito, sem conseguir terminá-los... e sente a cólera do que quer escrever sem saber, naufraga em todas as palavras borbulhantes que não encontraram seu caminho, e segue esperando que encontre um final para o que ainda não sabe bem como começou, ou o que escreve sem saber onde quer chegar.
  A dor de viver na certeza da rotina, descontinuando a inspiração utópica dos livros, a saudade do que lia embalada no balanço da rede, entre os raios mornos do sol de outono, entre o ar puro do quintal da frente, na casa da rua de paralelepípedos, sendo o que pode ser, muito menos do que precisa, muito mais do que tem ânimo...

terça-feira, 14 de junho de 2016

Necessidades

  É sempre na semana de provas. É sempre no meio de um período de estudo intensivo. É sempre no caos e no centro do furacão.
  É preciso arrumar o armário. É preciso fazer a cama. É preciso se alimentar bem pela manhã. É preciso estudar. É preciso encontrar tempo para ler. É imprescindível que se almoce. É bom descansar um pouco depois do almoço. E contar que, com algum ânimo, vamos voltar a produzir depois disso. É bom que estejamos prontos a tempo dos compromissos com certa antecedência. É importante que prestemos atenção na aula ou no que estamos lendo. É fundamental sentar com a coluna ereta. É indispensável que tenhamos 8 horas bem dormidas diariamente.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Meu mundo caiu

 Caro leitor admirador deste meu cérebro traiçoeiro, este é mais um daqueles textos que fiz em homenagem a você que tem apreço pelas ideias que não podem ser perdidas simplesmente porque surgiram num instante do tipo o ônibus está chegando no ponto não dá pra pegar o celular ou to quase pegando no sono não é hora de ligar o notebook, e, portanto, está sendo escrito às tantas da madrugada, inclusive porque além de tudo de qualquer coisa, uma leitora admiradora dessas ideias mui lindas e produtivamente sádicas sou eu mesma, e jamais me perdoaria pelas ideias desprezadas em razão dos momentos inoportunos em que surgiram.
  É assim que começo o tema mais inoportuno do momento, porque ele tem a ver com a minha “desvontade” de admitir coisas que é necessário admitir, e vocês precisam saber que admitir coisas que não queremos admitir é uma missão de gente grande, coisa que eu também não quero ser, e aí então nos afogamos no caos em que a presente locutora se encontra.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Espelho

   
 (...) minha alma acorrentada na ansiedade, ao ter milhões de palavras querendo sair sem encontrar um caminho. Atropelo-me nessa imensidão e me deixo voar pelo espaço dos pensamentos, que brotam tão docemente... E continuo a tentar escrever do mesmo jeito, mesmo quando a vida continua insalubre, descontinuada e só.
     Eu me sentei num banco de rodoviária para me dispor a esperar também meu caminho para casa. E desejei ir embora quando encontrei os espelhos da miséria traduzidos na essência do que sou, mesmo sem querer ser.
    Um homem cambaleante, de roupas rasgadas, a pele encardida, que trôpego sarandava pelo hall (como se estivesse procurando alguma coisa que não sabe o que é); e fala sozinho consigo mesmo aquele caos arrastado que é a dor de sentir e não ser compreendido e esperar que alguém possa somente saber que o falar já lhe basta, porque expulsa o que sente, mesmo que tão somente para si, tão puramente em vão. Se não era também o que eu mesma fazia, as aulas de interpretação de texto também foram vãs.

terça-feira, 26 de abril de 2016

No infinito dos olhos



Há poesia sem versos
no avesso dos olhos
que olhares sinceros
se põem a trocar.

Há estrelas que brilham,
misteriosas e aflitas,
no infinito dos olhos
que me vêm encontrar.

quinta-feira, 17 de março de 2016

A Lista de Brett - Resenha

Quem acompanha as resenhas que eu faço por aqui e já leu esse livro sabe exatamente porquê ele me conquistou ao ponto de ganhar uma resenha. Mas pra quem não o faz, eu vou tratar de explicar...
 A Lista de Brett foi um livro que eu não escolhi ler, mas que veio às minhas mãos, o que me deixou até bem grata, porque eu o agarrei com unhas e dentes depois da enxurrada de livros pouco inspiradores pela qual passei, e ele, apesar de eu ter muitas críticas a fazer, foi um livro que amoleceu meu coraçãozinho.
 Pois bem. Brett é uma mulher de 34 anos, pouco exigente com a vida e consigo mesma. Ela namora e mora com Andrew há 5 anos, mas esse relacionamento já deixou de ser um relacionamento há tempos. Além disso, ela trabalha na empresa da mãe, fazendo uma coisa que não gosta de verdade. E como se não bastasse tudo isso, sua mãe falece depois de alguns poucos meses lutando contra o câncer e deixa sua herança para todos os filhos, exceto ela, que deverá cumprir uma antiga lista de sonhos, que fez quando ainda era adolescente, no prazo de um ano para poder enfim recebê-la.
 A princípio, eu achei a ideia genial. A ideia do livro é genial. Quantas mulheres se perdem dos seus sonhos depois de anos presas num comodismo que não as leva para frente? Quantos de nós não nos perdemos de nós, dos nossos sonhos, da nossa essência, porque está mais fácil deixar tudo como está?

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Xô anacronismo!

  A gente muda. 
  Pitty e o seu teto de vidro moraram na minha cabeça por muito tempo, enquanto ambos foram donos de uma maravilhosa trilha sonora de uma maravilhosa temporada de Malhação. Como é de se esperar, cantor que tem uma música boa leva a gente a procurar suas outras músicas, na esperança de que também sejam boas, e a Pitty, que nunca decepciona a galera no quesito qualidade, ganhou meu coração desde então.
 Logo em 2005, um ano depois de 'teto de vidro' ganhar as rádios e os corações pré e pós adolescentes através da novela, chegou às lojas o intitulado 'Anacrônico', novo álbum da nossa musa que trazia consigo a minha canção preferida pros momentos mais doloridos da vida - 'Na sua estante'. Eu, que muito pouco me ligava em lançamentos de álbuns bem como as análises das letras, só fui perceber a grandeza do título semana passada, quando estava estudando as 'bases da cultura ocidental'.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

A arte do encontro


Já escrevi contos baseados em releituras distorcidas de músicas. Já me inspirei com biografias. Já escrevi até mesmo sobre conversas entre pessoas bêbadas que testemunhei sóbria. Eu guardava uma música pro grande amor da minha vida.
   ...
   ...
  Eu paro e respiro e já sei. 
  Sou aquele alguém que escreveu sempre com a alma de quem vive, mas sabe que vai morrer. E é essa a grande magia - ansiar tanto por sentir todas as coisas, e sentir tanto todas as coisas, que é necessário registrá-las, mesmo que desconexamente, antes que essa vida se esgote.
  Mas há ainda e sempre pensamentos que guardo comigo, que sinto pertinho de mim, que me são tão caros e íntimos quanto meus próprios sonhos. Eles guardam uma parte de mim, e talvez por isso sejam reservados ao ponto de passarem uma vida tentando ser expulsos de algum jeito que não sei (ou talvez não queira) expulsar e sempre retornam à minha mente, aos meus argumentos, aos meus sonhos de madrugada...
  Estive procurando variações e origem da palavra lar. Tenho essa palavra dentro de mim. Guardo ela comigo. Não como se guarda os livros da escola na mochila. Mas como se guarda um momento bom no baú das lembranças; como se guarda a palavra de cada momento que você já viveu.
  Depois do texto sobre as palavras eu pensei muito sobre escolher de fato uma palavra. Já disse que amo que bizarro seja a bola da vez mas a verdade é que minha alma tem um palavra também, e essa palavra é lar.

sábado, 9 de janeiro de 2016

Escolha a sua palavra

 Honestamente não sei dizer quanto de mim é o diálogo interminável comigo mesma e amiga íntima de palavras e mais palavras, mas é fato que no último papo cabeça que tive comigo mesma ficou decidida uma coisa: é preciso dar nome aos bois. 
 Eu não espero que você ache que esta é uma publicação normal. 
 Ao longo dos últimos dias eu me encontrei com pessoas diferentes que me disseram a mesma coisa: você precisa de uma palavra. 
 Pra tudo nessa vida há uma palavra. A minha palavra pros livros é querer mais (foi mal, foram duas), minha palavra pra vida amorosa é intensidade, minha palavra pras pessoas é preguiça, minha palavra pra minha inspiração é a expressão "entre tapas e beijos" mas, o melhor de tudo é que a minha palavra do momento é bizarro. 
 É por isso que este não é um texto comum. Ele tem de ser bizarro, pra fazer jus ao momento. 
Pensei em pelo menos vinte e cinco mil bizarrices diferentes pra demonstrar aqui o porquê da minha palavra ser esta, mas não vamos fazer do blog um diário, vamos dar aos textos asas e deixar que eles sirvam como utilidade pública. Vamos nomear e denunciar bizarros os bois absurdos que passam pelo nosso caminho! Mãos à obra!

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Melhores livros de 2015

  Bom, sei que fazer um melhores de 2015 justo na primeira semana de janeiro me deixa pelo menos uma semana atrasada, mas fazendo minha lista de metas pra esse ano eu coloquei no número um a frequência maior aqui no blog e logo em seguida comecei a pensar em algum motivo pra vir marcar presença.
  Ainda não encontrei muitas maneiras melhores pra começar, terminar, continuar, recomeçar e renovar, (ou qualquer outro verbo) as coisas do que lendo bons livros e é por isso que meu presente de ano novo pra vocês é indicar os 10 melhores lidos no ano passado, pra você começar o ano em boa companhia.
  É bem possível que vocês reconheçam alguns títulos de resenhas anteriormente postadas, porque nunca me aguento de ansiedade e preciso escrever sobre essas paixonites literárias que me encontram ao longo do ano. Mas prometo que aqui é só uma lista com opiniões enxugadas e, no máximo, uma indicação cheia de esperança.
  Segue a lista!